
quinta-feira, 26 de março de 2009
Twitting Experience

Passados 2 meses de uma imersão mais profunda no Twitter, tem coisas que estão enchendo meu saco:
- RT: Os famosos Retwitts.
Pra mim é uma das chatices-mor, simplesmente as pessoas pegam twittadas de outros e recolocam nos seus twitts. Acho que todo mundo quer seguir o caminho dos blogueiros consagrados e colocar informação a la loca. O problema é que falta a originalidade nisso. Apenas jogar a reflexão de alguém sobre determinado assunto, para mim, não demonstra nada de especial. Deve haver uma pitada de julgamento próprio nas coisas.
- Underground x Mainstream:
A velha história do "eu conheço uma coisa legal, e ninguém mais conhece. Pena que a massa descobriu" está acontecendo com o Twitter. O mesmo fenômeno que aconteceu com o Orkut está acontecendo com o Twitter: a popularização. - Novelinha chata
Digo o seguinte: Tr00 twitters behold! Em breve, fenômenos sociais vão acontecer... Que bom!
-Twitters profissionais:
Já deixei de seguir muitos blogs e twitteiros famosos por fazerem uma robotização desse meio. Colocam segundo a segundo, mais e mais informações, como se tudo o que escrevessem realmente valesse a pena de ser lido. Já parei com o Blog do Noblat (principalmente agora que descobriram picaretagem dele), entre outros.
segunda-feira, 16 de março de 2009
Por que muita gente não gosta de verdura? (sem piada)
Pra mim, além do gosto que a maioria dos vegetais tem: amargos, ardidos e insossos, há uma questão que para mim é fundamental: a semântica.
Ora, por que os vegetais têm nomes tão horrorosos enquanto coisas gostosas tem nomes mais simpáticos?
Exemplo: RÚCULA. Me diz se alguma criança vai querer saber de rúcula com um nome desses?
Que tal ACELGA? Parece um troço que se usa em construções.
Abaixo segue uma lista de legumes e verduras que tem nomes e gostos horríveis (não necessariamente meus, mas que são o terror da criançada):
ACELGA
BERINJELA
BRÓCOLIS
CHICÓRIA
JILÓ
MOSTARDA
QUIABO
RADICHE
RÚCULA
Voltando à semântica. Os alimentos que gostamos de comer têm nomes mais acessíveis, mais fáceis de aprender. É batata!
ARROZ - FEIJÃO - CARNE - BIFE - BATATA - MAÇÃ - BANANA.
Olha só. São palavras muito mais fáceis para aprender e gostar.
Com certeza o Senhor Português, que inventou nossa língua-mãe, odiava as supracitadas verduras e legumes.
Se meus visitantes lembrarem de mais outras, postem aí.
Ora, por que os vegetais têm nomes tão horrorosos enquanto coisas gostosas tem nomes mais simpáticos?
Exemplo: RÚCULA. Me diz se alguma criança vai querer saber de rúcula com um nome desses?
Que tal ACELGA? Parece um troço que se usa em construções.
Abaixo segue uma lista de legumes e verduras que tem nomes e gostos horríveis (não necessariamente meus, mas que são o terror da criançada):
ACELGA
BERINJELA
BRÓCOLIS
CHICÓRIA
JILÓ
MOSTARDA
QUIABO
RADICHE
RÚCULA
Voltando à semântica. Os alimentos que gostamos de comer têm nomes mais acessíveis, mais fáceis de aprender. É batata!
ARROZ - FEIJÃO - CARNE - BIFE - BATATA - MAÇÃ - BANANA.
Olha só. São palavras muito mais fáceis para aprender e gostar.
Com certeza o Senhor Português, que inventou nossa língua-mãe, odiava as supracitadas verduras e legumes.
Se meus visitantes lembrarem de mais outras, postem aí.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
E o ano começa valendo.
Pois é. Agora o ano vai começar pra mim.
Novo job; pc novo dentro de 20 dias (dell inspiron 1525); oportunidades legais (em breve - Omni); monitoria na UNISA; e é claro: TFG, a Tensão que a Faculdade Garante.
Thumbs up! E GREnal nesta semana.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
BLOG ACTION DAY - Poverty Day
Participando do Blog Action Day 2008 cujo tema é a pobreza, pensei em quais maneiras podemos fazer diminuir a pobreza.
Eu acho que a partir de iniciativas pessoais, de uma forma ou de outra, podemos ajudar.
O problema é ajudar e ao mesmo tempo tirar proveito da pobreza para se beneficiar, como acontece durante as eleições, onde chovem cestas-básicas de todo lado, com a intenção de ganhar voto, sem a pretensão de haver alguma mudança. É o caso da Bolsa-Família, que é uma iniciativa onde, usando uma expressão já conhecida:"dá o peixe mas não ensina a pescar", cria-se uma política de clientelismo, pois acaba havendo a associação disso com o governo. Eu não acho que esse seja o caminho para erradicar a pobreza, o que deveria ser feito, por exemplo, é reformar escolas para que tenham ensino de qualidade, em que as crianças tenham vontade de ir e APRENDER, e em tempo integral, tendo pela manhã atividades lúdicas e à tarde, aula. Havendo uma melhor educação de base, acredito que a nova geração que virá, enxergará novas maneiras de ser feliz e saindo da pobreza. Espero que isso aconteça um dia e o Brasil cresça exponencialmente.
Falando em escola, quero homenagear todos os professores do país por esse dia. Eles que na luta por uma melhor formação e educação para todos nós, se esmerar em fazer o possível por nós, mesmo que hajam dificuldade no caminho.
Um beijo com muito amor para minha mãe, professora há mais de 20 anos.
Eu acho que a partir de iniciativas pessoais, de uma forma ou de outra, podemos ajudar.
O problema é ajudar e ao mesmo tempo tirar proveito da pobreza para se beneficiar, como acontece durante as eleições, onde chovem cestas-básicas de todo lado, com a intenção de ganhar voto, sem a pretensão de haver alguma mudança. É o caso da Bolsa-Família, que é uma iniciativa onde, usando uma expressão já conhecida:"dá o peixe mas não ensina a pescar", cria-se uma política de clientelismo, pois acaba havendo a associação disso com o governo. Eu não acho que esse seja o caminho para erradicar a pobreza, o que deveria ser feito, por exemplo, é reformar escolas para que tenham ensino de qualidade, em que as crianças tenham vontade de ir e APRENDER, e em tempo integral, tendo pela manhã atividades lúdicas e à tarde, aula. Havendo uma melhor educação de base, acredito que a nova geração que virá, enxergará novas maneiras de ser feliz e saindo da pobreza. Espero que isso aconteça um dia e o Brasil cresça exponencialmente.
Falando em escola, quero homenagear todos os professores do país por esse dia. Eles que na luta por uma melhor formação e educação para todos nós, se esmerar em fazer o possível por nós, mesmo que hajam dificuldade no caminho.
Um beijo com muito amor para minha mãe, professora há mais de 20 anos.
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Curta Borboletas
Não, não é para você fumar borboletas.
É que o curta-metragem que eu, minha namorada e meus amigos e colegas produzimos, Borboletas, entrou na fase final da competição Local do Santa Maria Video e Cinema. O que me causou espanto, porque eu não esperava que fosse a tanto esse filme de 7'.
Além desse curta, outro curta que foi produzido por nós da UNIFRA, Nó(s) , também passou para a fase final.
Vamos torcer!
Mais informações: Santa Maria Video e Cinema
É que o curta-metragem que eu, minha namorada e meus amigos e colegas produzimos, Borboletas, entrou na fase final da competição Local do Santa Maria Video e Cinema. O que me causou espanto, porque eu não esperava que fosse a tanto esse filme de 7'.
Além desse curta, outro curta que foi produzido por nós da UNIFRA, Nó(s) , também passou para a fase final.
Vamos torcer!
Mais informações: Santa Maria Video e Cinema
Fãs de música clássica e heavy metal são parecidos: criativos e introvertidos.
E uma pesquisa escocesa analisou a relação entre gosto musical e personalidade pegando como amostra 36 mil pessoas. Identificou-se que apreciadores de Jazz são criativos e extrovertidos. Já que gosta de música pop tendem a ter pouca criatividade. E quem gosta de música clássica e/ou heavy metal são criativos e introvertidos.
Pois sempre ouvi na minha adolescência que quem ouvia Heavy Metal era "pra baixo" e depressivo. Sempre achei idiotice isso, porque me considero muito oposto disso e o som que mais curto é heavy metal.
Agora as minhas palavras estão apoiadas nesta pesquisa. (Se bem que pra introvertido eu não sirvo. Nem todo mundo tem coragem pra se vestir de bailarina hehehhe)
Fonte: G1
Eu de bailarina
Pois sempre ouvi na minha adolescência que quem ouvia Heavy Metal era "pra baixo" e depressivo. Sempre achei idiotice isso, porque me considero muito oposto disso e o som que mais curto é heavy metal.
Agora as minhas palavras estão apoiadas nesta pesquisa. (Se bem que pra introvertido eu não sirvo. Nem todo mundo tem coragem pra se vestir de bailarina hehehhe)
Fonte: G1
Eu de bailarina
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