domingo, 20 de setembro de 2009

Scarlett Johansson.





Simples assim.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Somos todos iguais, mas nem tanto

Hoje li e vi duas coisas que falam muito do que realmente somos.

Primeiro foi esse post do Marinho no Blue Bus, falando da pesquisa da BBDO Worldwide comentando do quanto somos parecidos por termos rituais iguais no mundo todo. Leia aqui

E que eu vi foi esta magnífica aula magna (perdoe a redundância) de Luli Radfahrer, professor da ECA-SP. O vídeo fala do que é o comunicador atual e a maneira que precisamos ver dos e da vida em geral. Enjoy.




Somadas essas informações, nós comunicadores temos que pensar sempre do outro lado. Saber argumentar e saber expressar um conteúdo devem estar no nosso DNA, afinal devemos ter noção e também saber que não existem absolutos: devemos comprovar ou desconstruir tudo aquilo que falarmos. Constantement.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Uma breve conversa com Alex Bogusky


Semana passada tive uma rápida conversa com Alex Bogusky, co-chairman da Crispin Porter + Bogusky (considerada a Agência mais Criativa de 2008). Fiz 4 perguntas para ele. Confiram:

MMD: Se eu quiser criar uma agência um mercado pequeno, que conselhos você daria?

AB:

- Trabalhe por um tempo em algumas agências para saber o que você gosta e o que você não gosta.
- Talvez em uma grande e em uma pequena para conhecer um pouco de ambas. Quando você tiver uma ideia legal do quanto a sua agência seria diferente e como você gostaria de trabalhar com os clientes, então você pode começar. 
- Quanto mais diferente melhor. Quanto mais honesto melhor. Quanto mais alinhado com as necessidades atuais de seus clientes, melhor.
- As diferenças devem vir do que você gosta mais,da parte do negócio que você mais se empolga e da parte mais divertida.
- A tua agência tem que ser baseada no que você gosta, e não no que você acha que vai dar dinheiro.

MMD: Nesses dias multimídia, que futuro você vê para a mídia? Crossmedia, uma única mídia ou no-media? (a pergunta foi idiota, mas a resposta foi boa)

AB:
Não sei se entendi direito essa pergunta, mas a mídia vai continuar a proliferar. O que você precisa é ser bom nisso, não é a mídia que importa. A ideia é o que importa e então entender como alavancar diferentes mídia em prol daquela ideia. Mídia é sua ferramenta. Criatividade é sua ferramente e idéias são as suas mais poderosas ferramentas


MMD: Para ser considerado criativo internacionalmente que passos devem ser dados?

AB:
Não sei. Faça o que você gosta para as pessoas que você respeita e tudo irá funcionar.

MMD:Que sugestão de leitura sobre publicidade você pode dar?

AB:
Vale a pena ler The Book of Gossage. Ler “the Media is the Message” e ler “Eating the Big Fish”.

Espero que tenha ajudado°

E é isso. Vou procurar falar com outros ícones da publicidade mundial e assim vou postando aqui.

Aceito sugestões.



quinta-feira, 26 de março de 2009

Twitting Experience



Passados 2 meses de uma imersão mais profunda no Twitter, tem coisas que estão enchendo meu saco:


- RT: Os famosos Retwitts.

Pra mim é uma das chatices-mor, simplesmente as pessoas pegam twittadas de outros e recolocam nos seus twitts. Acho que todo mundo quer seguir o caminho dos blogueiros consagrados e colocar informação a la loca. O problema é que falta a originalidade nisso. Apenas jogar a reflexão de alguém sobre determinado assunto, para mim, não demonstra nada de especial. Deve haver uma pitada de julgamento próprio nas coisas.


- Underground x Mainstream:

A velha história do "eu conheço uma coisa legal, e ninguém mais conhece. Pena que a massa descobriu" está acontecendo com o Twitter. O mesmo fenômeno que aconteceu com o Orkut está acontecendo com o Twitter: a popularização. - Novelinha chata

Digo o seguinte: Tr00 twitters behold! Em breve, fenômenos sociais vão acontecer... Que bom!


-Twitters profissionais:

Já deixei de seguir muitos blogs e twitteiros famosos por fazerem uma robotização desse meio. Colocam segundo a segundo, mais e mais informações, como se tudo o que escrevessem realmente valesse a pena de ser lido. Já parei com o Blog do Noblat (principalmente agora que descobriram picaretagem dele), entre outros.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Por que muita gente não gosta de verdura? (sem piada)

Pra mim, além do gosto que a maioria dos vegetais tem: amargos, ardidos e insossos, há uma questão que para mim é fundamental: a semântica.

Ora, por que os vegetais têm nomes tão horrorosos enquanto coisas gostosas tem nomes mais simpáticos?

Exemplo: RÚCULA. Me diz se alguma criança vai querer saber de rúcula com um nome desses?
Que tal ACELGA? Parece um troço que se usa em construções.
Abaixo segue uma lista de legumes e verduras que tem nomes e gostos horríveis (não necessariamente meus, mas que são o terror da criançada):

ACELGA
BERINJELA
BRÓCOLIS
CHICÓRIA
JILÓ
MOSTARDA
QUIABO
RADICHE
RÚCULA

Voltando à semântica. Os alimentos que gostamos de comer têm nomes mais acessíveis, mais fáceis de aprender. É batata!

ARROZ - FEIJÃO - CARNE - BIFE - BATATA - MAÇÃ - BANANA.

Olha só. São palavras muito mais fáceis para aprender e gostar.

Com certeza o Senhor Português, que inventou nossa língua-mãe, odiava as supracitadas verduras e legumes.

Se meus visitantes lembrarem de mais outras, postem aí.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

E o ano começa valendo.

Pois é. Agora o ano vai começar pra mim.

Novo job; pc novo dentro de 20 dias (dell inspiron 1525); oportunidades legais (em breve - Omni); monitoria na UNISA; e é claro: TFG, a Tensão que a Faculdade Garante. 

Thumbs up! E GREnal nesta semana.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009