segunda-feira, 2 de julho de 2007
Espiões no serviço público
Nunca notei o tanto que é monitorado o serviço público pelos partidos em voga. Onde eu estou trabalhando trocam-se estagiários por outros somente por questões políticas, independente de qualidade ou não do empregado anterior. Isso é um prática muito antiga nos cargos públicos mas só agora estou vivenciando isso, desde que entrei no serviço governamental. Me parece que a única finalidade destes é fiscalizar as ações dos outros, já que nos casos que notei , não se empenham muito em suas tarefas tendo em vista que têm as costas-quentes e sabedores de que seu emprego é passageiro, e vai e volta de acordo com a maré da política.
Era isso, apenas a constatação de algo que me incomoda nesse meio público.
Era isso, apenas a constatação de algo que me incomoda nesse meio público.
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2 comentários:
Jac, o serviço público tem muitas coisas por trás que nem imaginamos quando falamos de política falamos em poder, e o poder as vezes transforma as pessoas!!!
Normalmente, cargos que não são preenchidos por concursos, dentro do Serviço Público, são preenchidos por cotas combinadas entre os políticos, conforme seu prestígio, votos, etc...(fulano tem direito a cinco CCs, Sicrano a dois estagiários...) No Brasil, esta prática vêm desde 1548, quando o Conde de Castanheira, principal assessor do Rei D. João III, consegue nomear o Governador Geral do Brasil, seu primo, Tomé de Souza, este chega ao Brasil, com uma leva de 120 funcionários públicos, nomeados entre os amigos do Rei.
Pode ter certeza absoluta, que não importa o partido político, TODOS, adotam esta pratica. Nomeiam amigos e garantem alguns votinhos...
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