quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Um novo Olá.
Atualmente tô morando sozinho, saca. E não tenho alguém próximo pra conversar sobre coisas pessoas. Coisas banais e sobre trabalho é fácil de achar um ouvido atento. Mas aflições, aí amigo é bem mais difícil.
O fato é que comecei a querer mudar de ares (ah, não estou mais em Santa Maria. Agora moro em Novo Hamburgo, uma espécie de pré-Porto Alegre). E não é somente geográfico, mas de vida. Surgiu a oportunidade de morar na Argentina. Freei. Comecei a repensar a minha escolha de ser redator publicitário. Pensei.
Inclusive perdi muito do que eu tinha.
- Amigos: fiquei distante deles e talvez até perdi alguns.
- Video-game: o console pifou e o laptop não comporta mais jogos.
- Boemia: só quando viajo, eu disse viajo, para Porto Alegre, o que me custa muito e me angustia. As amizades (e outras relações) ficam por lá e essa distanciazinha judia.
- Rugby: emagreci, perdi músculos. Acho que não tenho mais espaço ou físico pra tanto.
Bom, as soluções que consigo vislumbrar são:
- me mudar logo pra Porto Alegre, arranjar um trampo novo mas ganhando o mesmo que eu ganho aqui em Nóia.
- cagar pra dinheiro e ficar de favor na casa do pai ( hehe, fácil né.)
- aproveitar a grana que minha mãe vai me dar e usar pra viajar por aí. (hehe, fácil né²)
- mudar de profissão junto com a cidade.
Por ora é isso na vida.
Sem conclusões corretas. Nem mesmo neste texto.
quinta-feira, 25 de março de 2010
Café sedutor
Esse é o presentinho de mama.
domingo, 20 de setembro de 2009
terça-feira, 21 de abril de 2009
Somos todos iguais, mas nem tanto
Primeiro foi esse post do Marinho no Blue Bus, falando da pesquisa da BBDO Worldwide comentando do quanto somos parecidos por termos rituais iguais no mundo todo. Leia aqui
E que eu vi foi esta magnífica aula magna (perdoe a redundância) de Luli Radfahrer, professor da ECA-SP. O vídeo fala do que é o comunicador atual e a maneira que precisamos ver dos e da vida em geral. Enjoy.
Somadas essas informações, nós comunicadores temos que pensar sempre do outro lado. Saber argumentar e saber expressar um conteúdo devem estar no nosso DNA, afinal devemos ter noção e também saber que não existem absolutos: devemos comprovar ou desconstruir tudo aquilo que falarmos. Constantement.
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Uma breve conversa com Alex Bogusky

Semana passada tive uma rápida conversa com Alex Bogusky, co-chairman da Crispin Porter + Bogusky (considerada a Agência mais Criativa de 2008). Fiz 4 perguntas para ele. Confiram:
MMD: Se eu quiser criar uma agência um mercado pequeno, que conselhos você daria?
AB:
- Trabalhe por um tempo em algumas agências para saber o que você gosta e o que você não gosta.
- Talvez em uma grande e em uma pequena para conhecer um pouco de ambas. Quando você tiver uma ideia legal do quanto a sua agência seria diferente e como você gostaria de trabalhar com os clientes, então você pode começar.
- Quanto mais diferente melhor. Quanto mais honesto melhor. Quanto mais alinhado com as necessidades atuais de seus clientes, melhor.
- As diferenças devem vir do que você gosta mais,da parte do negócio que você mais se empolga e da parte mais divertida.
- A tua agência tem que ser baseada no que você gosta, e não no que você acha que vai dar dinheiro.
MMD: Nesses dias multimídia, que futuro você vê para a mídia? Crossmedia, uma única mídia ou no-media? (a pergunta foi idiota, mas a resposta foi boa)
AB: Não sei se entendi direito essa pergunta, mas a mídia vai continuar a proliferar. O que você precisa é ser bom nisso, não é a mídia que importa. A ideia é o que importa e então entender como alavancar diferentes mídia em prol daquela ideia. Mídia é sua ferramenta. Criatividade é sua ferramente e idéias são as suas mais poderosas ferramentas
MMD: Para ser considerado criativo internacionalmente que passos devem ser dados?
AB:Não sei. Faça o que você gosta para as pessoas que você respeita e tudo irá funcionar.
MMD:Que sugestão de leitura sobre publicidade você pode dar?
AB: Vale a pena ler The Book of Gossage. Ler “the Media is the Message” e ler “Eating the Big Fish”.
Espero que tenha ajudado°
E é isso. Vou procurar falar com outros ícones da publicidade mundial e assim vou postando aqui.
Aceito sugestões.
quinta-feira, 26 de março de 2009
Twitting Experience

segunda-feira, 16 de março de 2009
Por que muita gente não gosta de verdura? (sem piada)
Ora, por que os vegetais têm nomes tão horrorosos enquanto coisas gostosas tem nomes mais simpáticos?
Exemplo: RÚCULA. Me diz se alguma criança vai querer saber de rúcula com um nome desses?
Que tal ACELGA? Parece um troço que se usa em construções.
Abaixo segue uma lista de legumes e verduras que tem nomes e gostos horríveis (não necessariamente meus, mas que são o terror da criançada):
ACELGA
BERINJELA
BRÓCOLIS
CHICÓRIA
JILÓ
MOSTARDA
QUIABO
RADICHE
RÚCULA
Voltando à semântica. Os alimentos que gostamos de comer têm nomes mais acessíveis, mais fáceis de aprender. É batata!
ARROZ - FEIJÃO - CARNE - BIFE - BATATA - MAÇÃ - BANANA.
Olha só. São palavras muito mais fáceis para aprender e gostar.
Com certeza o Senhor Português, que inventou nossa língua-mãe, odiava as supracitadas verduras e legumes.
Se meus visitantes lembrarem de mais outras, postem aí.